terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Ponto de Encontro com o pintor Winslow Homer-1836/1910


Artista americano (mas podia muito bem ter nascido em ILHAVO........e ter participado na FAINA MAIOR )nascido em Boston, Massachusetts, um dos mais expressivos representantes do realismo norte-americano em fins do século XIX.


Viveu a sua infância numa área rural de Cambridge, após a falência dos negócios do pai. Não recebeu educação formal e, influenciado pelos dons artísticos da mãe, iniciou a sua carreira na Arte aos 19 anos como aprendiz de litógrafo. Mudou-se para Nova York (1859), onde estudou pintura na National Gallery of Design e estagiou com Frédéric Rondel (1861) ao mesmo tempo que desenvolvia gravuras para jornais (1859-1865). Durante a guerra de secessão (1861-1865), dedicou-se à temática militar. Viajou para França (1866), onde conheceu novas estéticas, mas que não chegaram a influenciar sua obra.

De regresso aos USA, montou um estúdio em New York City e começou a pintar aquarelas e com o passar dos anos, mudou para telas caracterizadas por figuras solitárias, com acentuado detalhismo e efeitos atmosféricos. Voltou à Europa (1881), passando dois anos no Reino Unido (1881-1883) e de volta aos Estados Unidos, o mar passou a ser o tema predominante na sua obra, as famosas Marinhas de Homer.


Mudou-se para Prouts Neck (1883), uma aldeia de pescadores no Maine, onde viveu na mais completa solidão, inteiramente dedicado à sua arte. Entre as suas marinhas destacaram-se Aviso de Nevoeiro (1885) e A corrente do Golfo (1899). Nos seus últimos quadros demonstrou um crescente interesse pelo abstrato e morreu no seu ateliê de Prouts Neck. Os seus quadros encontram-se espalhados pelos melhores e mais prestigiados Museus de Arte Contemporânea do Mundo.
Nota:Obrigado ao Almagrande pela oportunidade de conhecer este Artista .

5 comentários:

almagrande disse...

Olá Marieke, são fantásticos. Os dois posts complementam-se, o homem era um pintor de mão cheia.
Um abraço
Marco

Marieke disse...

Fiquei fascinada com a obra dele...especialmente no que toca ao período do Mar
Obrigada pela dica
Marieke

rouxinol de Bernardim disse...

A arte pura exige solidão, contudo a paisagem, a natureza, por si só já são excelente companhia!!
Pintor de craveira, sem dúvidas!

joao madail veiga disse...

Aí está, no 1º quadro, uma observação a octante.
Já não via nenhum desde que o Endireita me mostrou um que tinha adquirido na Feira da Ladra.

Atlântico Azul disse...

Maravilha de post! Do melhor!!!

FELIZ ANO NOVO E DESCULPA O ATRASO, MARIEKE!!!!!

Beijinho!!!!