
Primavera,1478 - Sandro Botticelli


NOTA DA AUTORA: Nas minhas leituras diárias encontrei este texto que me deixou pensativa e me levou a pesquisar mais sobre um assunto que eu , como acho que toda a gente, tem já uma idéia forte instalada...mas como diz alguém cuja opinião respeito..."A História para se avaliar bem tem de se conhecer e ler sobre a que é contada pelos vencedores e a que é contada pelos vencidos"...sem nenhum comentário meu aqui vos deixo este texto ...POLÉMICO 
Nota da autora:Não quis alterar nem para pôr em "Português de Portugal "as palavras desse grande poeta brasileiro Affonso Romano de Sant'Ana. 
Foi um tombo eleitoral duplo: na Galiza, o PP recuperou o governo da Xunta, quatro anos depois; no País Basco abre-se a porta ao primeiro governo não-nacionalista da história. O socialista Patxi López poderá governar, recorrendo ao PP e UpyD.
Foram as primeiras eleições regionais do ano para Espanha e ditaram mudanças significativas nas duas regiões autonómicas a sufrágio: Galiza e País Basco. Por um lado, pesou o contexto de crise internacional - que penaliza sempre quem governa -, por outro, redefine a necessidade de novos entendimentos para quem perdeu a maioria governativa.
Primeiro a Galiza. Na região que encobre Portugal no mapa ibérico deu-se uma recuperação não esperada para o Partido Popular: 39 lugares no governo regional (38 já davam maioria absoluta), contra 24 do Partido Socialista Galego (PSG) e 12 do Bloco Nacionalista Galego (BNG).
A formação popular liderada por Alberto Núñez Feijóo alcança mais dois deputados do que em 2005, nas anteriores eleições. Na hora das felicitações, Feijóo agradeceu ao povo "todo o caudal de confiança" que denotam os resultados. Feijóo falou perante centenas de militantes do seu partido. "O Partido Popular ganhou as eleições", disse, recordando que o seu partido recuperou a maioria absoluta numa eleição que registou a participação eleitoral mais elevada da história da Galiza (69,5% de afluência às urnas).
O castigo foi efectivo para a coligação que governava a Galiza, o denominado bipartido que juntava socialistas e nacionalistas. O ainda presidente da Xunta, o socialista Emilio Pérez Touriño, reconheceu a derrota e o candidato do BNG, vice-presidente da Xunta na anterior legislatura, fez o mesmo, felicitando o PP pelo regresso ao poder.
No que toca ao País Basco, a composição do parlamento regional fica agora assim distribuída: Partido Nacionalista Basco (PNV) sobe para 30 deputados; Partido Socialista de Euskadi (PSE) sobre também para 24 deputados e o PP baixa para 13. Nos partidos mais pequenos, o Aralar surpreendeu com a eleição de quatro representantes.
Perante este escrutínio, está aberta a possibilidade de o Partido Socialista chegar ao poder com o apoio de outros partidos não-nacionalistas. Aconteceria pela primeira vez na história da região autónoma - não ter um governo nacionalista.
Patxi López, líder socialista basco, poderia ser o 'le hendakari' [chefe do governo], se recorrer ao apoio do PP e do UPyD, somando assim os necessários 38 votos para governar em maioria.
Na hora do festejo, Patxi López declarou-se "preparado para liderar a mudança" e chefiar o próximo governo do País Basco depois dos "melhores resultados de sempre" dos socialistas na região espanhola. "Acabou o tempo da exclusão e começa um novo tempo a partir de agora, em que os bascos vão decidir de comum acordo", afirmou.
Por seu lado, Antonio Basagoiti, presidente do PP basco, afirmou que os 13 deputados conseguidos pelo seu partido os tornam decisivos para a formação do próximo Governo. "Os bascos votaram muito claro pela mudança e se o PSOE não enganou durante a campanha eleitoral haverá mudança".
Fonte:JN
Nota da autora: Não teço comentários aos resultados na Galiza...mas estou de boca aberta..que raio aconteceu?Mas claro que mudando de país a derrota dos socialistas...dos socristas ...seria um dia ...diremos que muito ... muito.... feliz para mim...

O veleiro que ficou imortalizado no documentário A Campanha do Argus, da autoria de Alan Villiers, acaba de ser comprado pela empresa Pascoal e Filhos, que já tem em mãos o projecto de recuperação de um outro veleiro histórico nacional, o Santa Maria Manuela. Apesar de a administração da empresa Pascoal e Filhos SA "não confirmar nem desmentir" a aquisição do Argus, o PÚBLICO sabe que o navio, que ultimamente recebia o nome de Polynesia II, foi adquirido pela firma de Ílhavo em Aruba, estimando-se que regresse a Portugal nos próximos meses. Resta, agora, saber que projectos terá o armador de Aveiro para aquele que foi um dos lugres mais imponentes da que ficou conhecida como The Portuguese White Fleet (Frota Branca) e que acabou por vir a ser projectado internacionalmente por força da reportagem realizada por Alan Villiers - que acompanhou, em 1950, uma viagem do Argus aos bancos da Terra Nova. Este veleiro histórico é também reconhecido por ser "irmão" dos lugres Creoula e Santa Maria Manuela, tendo sido construído na Holanda, em 1939. Muito embora o seu desenho seja em tudo idêntico ao dos seus irmãos, o projecto do Argus já compreendeu algumas alterações e melhoramentos. Andou na pesca do bacalhau até 1970, acabando por ser vendido para o estrangeiro em 1974, tal como aconteceu, em 1971, com o Gazela Primeiro, outro dos veleiros emblemáticos da frota portuguesa - este último encontra-se em Filadélfia, nos Estados Unidos da América. Com esta aquisição do Argus por uma firma nacional, a memória da epopeia dos portugueses na pesca do bacalhau - em especial, a da faina maior, feita nos pequenos dóris por um só homem - poderá, a médio prazo, ganhar um novo testemunho vivo. Além do Creoula, que está entregue à Marinha portuguesa, e do Argus, brevemente o país passará a contar com o Santa Maria Manuela, que está já a ser recuperado pela Pascoal e Filhos SA, depois de ter sido adquirido à fundação que detinha o casco do navio e que nunca chegou a conseguir arranjar verbas para a sua requalificação. As últimas estimativas apontam para que o navio fique totalmente reconstruído em Outubro deste ano, sendo que a aposta passa por transformá-lo num navio de treino de mar, promotor da cultura científica, e promotor da história e vocação marítima dos portugueses. A esta altura, a recuperação do Santa Maria Manuela avança já a passos largos num estaleiro da Galiza, depois de ter sido alvo dos primeiros trabalhos em Aveiro, desconhecendo-se ainda os números que estão envolvidos nesta operação.

Figuras carnavalescas que remontam a finais do século XIX e princípios do século XX e cuja origem se perdeu na memória das gentes, os Cardadores surgem de todos os lados em dias de Carnaval. Desaparecem num abrir e fechar de olhos, reaparecendo cercando as pessoas, soltando gritos, dando saltos enormes que lembram danças guerreiras de algumas tribos de Índios e repetindo em voz de falsete: - Ai tanta lã! Ai tanta lã enquanto passam carinhosamente as cardas nas mulheres com que se cruzam.







Ontem sexta feira..com tempo de chuva, depois de um dia deprimente na escola rodeada de papéis..fui ao cinema...também sem grandes expectativas que o humor melhorasse....

Pete Souza, luso-descendente de origem açoriana, foi nomeado pela equipa do presidente eleito dos Estados Unidos da América, Barack Obama, como fotógrafo oficial da Casa Branca, anunciou a Associação norte-americana de Fotojornalistas.
Filho do queniano Barack Obama, e da norte-americana Ann Dunham, Barack Hussein Obama Jr. passou parte da infância no Havaí e na Indonésia, para onde sua mãe se mudou depois de divorciar-se do pai e se casar novamente. Aos dez anos, porém, o menino retornou ao Havaí, onde viveu sob os cuidados dos avós maternos.Adolescente, mudou-se para Nova York onde cursou ciências políticas na Universidade Colúmbia. A seguir, graduou-se também em direito pela Universidade de Harvard. Iniciou sua carreira política na cidade de Chicago, Illinois, onde foi líder comunitário e professor de direito constitucional. Casou-se em 1992 com Michelle e tem duas filhas, Malia e Sasha.

Viveu a sua infância numa área rural de Cambridge, após a falência dos negócios do pai. Não recebeu educação formal e, influenciado pelos dons artísticos da mãe, iniciou a sua carreira na Arte aos 19 anos como aprendiz de litógrafo. Mudou-se para Nova York (1859), onde estudou pintura na National Gallery of Design e estagiou com Frédéric Rondel (1861) ao mesmo tempo que desenvolvia gravuras para jornais (1859-1865). Durante a guerra de secessão (1861-1865), dedicou-se à temática militar. Viajou para França (1866), onde conheceu novas estéticas, mas que não chegaram a influenciar sua obra.

